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ADOLESCENTES LIBANESES APRENDEM O VALOR DO SERVIÇO COMUNITÁRIO

Postado em 04 de Agosto de 2017 ás 10:07

Os participantes do acampamento de Ciência da Universidade do Oriente Médio possuem uma exposição de saúde da comunidade


Numa úmida manhã de verão, 34 adolescentes de todo o Líbano desceram até o campus da Universidade do Oriente Médio para o segundo acampamento de ciências anual de três dias realizado de 18 a 20 de julho. Antes do acampamento, uma feira de saúde foi organizada pela Universidade do Oriente Médio (sigla MEU), uma universidade adventista no Líbano, na Escola Secundária Adventista de Bouchrieh, colina abaixo a partir da MEU. A exposição de saúde de 6 setores foi administrada por um grupo de ativos alunos de 11ª a e 12ª séries. 

O acampamento foi oficialmente aberto por Rick McEdward, presidente da Igreja Adventista no Oriente Médio e África do Norte e presidente do conselho da MEU. “Depois de me formar no ensino médio, lavei pratos e limpei sanitários, entre outros trabalhos, para pagar a universidade”, disse McEdward aos adolescentes, “e se você me pedir que esfregue um banheiro novamente hoje, não me importarei”.

Ele enfatizou a importância dessas experiências para mantê-lo humilde e estar disposto a servir os outros em qualquer função na vida, mesmo que isso signifique fazer algo de que você não goste. McEdward compartilhou como essa experiência o motivou a completar a universidade e seguir o seu chamado que o levou ao redor do mundo em seu ministério. 

Em preparação para a exposição de saúde da comunidade, todos aprenderam a tomar pressão arterial, testar o açúcar no sangue, ilustrar a pirâmide alimentar em uma cabine de nutrição e falar sobre a importância dos princípios adventistas de saúde, como a luz solar e o exercício físico. 

Mais de 50 pessoas passaram pela exposição, na maioria trazidas por entusiastas adolescentes que se achavam junto à estrada, entregando panfletos através de janelas abertas de carros e transeuntos curiosos. 

De uma mulher bengali de 18 anos a uma libanesa de 86, de mães com crianças pequenas e sacolas de mantimentos a reboque, para um evangelista nigeriano carismático bem vestido, pessoas de diferentes condições de vida vieram à exposição de saúde. 

Uma mulher ficou em frente à estação de registro numa exposição de saúde, curiosa sobre por que os adolescentes estavam lá. Os dois adolescentes libaneses, Myriam e Perla, estavam assentados atrás de uma mesa de plástico branca ao lado de uma bela faixa de boas-vindas. “Queremos ajudar a comunidade e queremos ajudá-la”, foi a resposta fácil de Myriam enquanto tomava as informações da mulher e Perla a dirigia para a cabine de nutrição.

Os visitantes puderam mencionar problemas de saúde específicos para as enfermeiras da União do Oriente Médio e Norte da África, Lorelle Boutros e Marcia McEdward, e uma médica voluntária da comunidade, Dra. Khodor Hassan. 

No estande final, que se concentrava em confiança, um pastor e estudantes de Teologia da MEU aconselhavam e oravam com os participantes. Os participantes do campo de ciência ficaram fascinados com a experiência e os adolescentes expressaram o desejo de que o acampamento fosse mais longo para que pudessem ajudar mais pessoas. 

“Qual é a diferença entre a Universidade do Oriente Médio e qualquer outra universidade?”, perguntou George Jackson, diretor de  Artes & Ciências da MEU. Cremos no serviço. Cremos em chegar à comunidade e atender as suas necessidades físicas e espirituais. Pode-se ir a qualquer lugar e obter um diploma, mas na MEU, se estará servindo a outros e isso está mudando não só a vida deles, mas as suas próprias”.

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