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Tricampeão mundial de levantamento de peso ora antes das competições

Postado em 18 de Fevereiro de 2019 ás 20:17

Atleta decidiu ser membro da Igreja Adventista após mais de 40 anos desde o primeiro contato com a denominação.

 

Conquistar três vezes o título de Campeão Mundial de Levantamento de Supino não é fácil, garante Enio Amaral, que venceu a disputa três vezes na categoria acima de 125 quilos: em 2007, 2009 e 2016, além do vice em 2013. O atleta treina desde os 14 e já conseguiu levantar 302 quilos, seu recorde pessoal.

“Eu era um rapaz muito magrinho e tinha vontade de ser forte. Comecei o treinamento em casa, com pesinhos de cimento, participei de campeonatos de halterofilismo, sendo campeão logo na estreia, e comecei a participar de campeonatos regionais, estaduais, brasileiro, até chegar no mundial”, conta.

Em mais de 35 anos de dedicação, Enio sofreu contusões e enfrentou problemas como a diabetes, que o tirou das competições por cinco anos. “Para conseguir levantar uma grande quantidade de peso, eu preciso ingerir muito carboidrato, de onde vem a energia. E o carboidrato se transforma em glicose. Por isso o meu treinamento ficou bem complicado, tenho que estar cuidando sempre”, explica.

O atleta mora em Maringá, no norte do Paraná, onde tem em sua casa uma academia para manter o preparo e também treinar outras pessoas. Segundo ele, já formou ali seis campeões mundiais em diversas categorias.

Dedicação ao exercício da fé de agora em diante

Quando tinha 4 anos, em 1972, Enio teve o primeiro contato com a Igreja Adventista do Sétimo Dia, por meio dos tios. “Ficamos anos afastados por minha família não ser adventista, apenas meus tios, mas ficou na minha cabeça a vontade de ser adventista”, recorda o atleta, que também teve influência da Igreja ao estudar durante um ano numa Escola Adventista.

Em 2014, um aluno da academia revelou ser adventista e o convidou para ir à igreja. O convite foi aceito de imediato. “Eu sentia saudade do ‘clima’ adventista. Era aquilo que eu queria para mim”, afirma. Embora tenha ficado sem contato com a denominação durante tanto tempo, ele reconhece o papel da oração. “Nas minhas vitórias, mesmo em competições, eu sempre orei. Toda vez eu orei antes de ir. Orei por mim, por meus concorrentes. E eu sempre digo: minha maior força não está em meus músculos, está no meu coração”, assegura ao referir-se à sua fé.

Depois de estudos bíblico e frequência assídua aos cultos, Enio foi batizado no dia 3 de dezembro de 2016 no templo adventista de Guaiapós, em Maringá. Emocionado, reconhece. “Estou tendo a oportunidade de recomeçar tudo. Até agora eu exercitei o físico, o músculo, e estou precisando agora exercitar a minha fé”.

 

FONTE: https://noticias.adventistas.org/pt/noticia/estilo-de-vida/tricampeao-mundial-se-torna-adventista/

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